Para o casal que tem em vista a gravidez, pensar na proteção da mulher em relação a determinadas doenças que poderão interferir no desenvolvimento do futuro bebê é um passo essencial. "A imunização é uma etapa importante do pré-natal e o ideal é pensar nas vacinas antes mesmo de engravidar, já que algumas delas, por serem compostas de vírus atenuado, não devem ser administradas durante a gestação", orienta o infectologista Jessé Reis Alves, do setor de Vacinação do Fleury.
É o caso da tríplice viral, que age contra sarampo, caxumba e rubéola, e da tríplice bacteriana do adulto, responsável pelos anticorpos contra tétano, difteria e coqueluche. A indicação é de que até o futuro pai receba as vacinas, para não correr o risco de infectar a mãe ou o bebê, logo após o nascimento.
As grávidas também devem receber o reforço da antitetânica e a vacina antigripe no trimestre final da gestação - a da gripe deve ser dada se esse período da gestação estiver ocorrendo no período do outono-inverno. Além de proteger a mãe, outro objetivo é impedir que o bebê se exponha ao risco do tétano, por causa da cicatrização do umbigo, e evitar que pegue uma eventual gripe da mãe em seus primeiros meses de vida.
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Vacinas importantes: |
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Sarampo: deve ser tomada ao menos 30 dias antes de engravidar |
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Caxumba: deve ser tomada ao menos 30 dias antes de engravidar |
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Rubéola: deve ser tomada ao menos 3 meses antes de engravidar |
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Gripe: se a vacina não foi tomada antes da concepção, deve ser tomada a partir do segundo trimestre de gestação |
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Difteria: pode ser tomada a qualquer momento |
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Tétano: pode ser tomada a qualquer momento |
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Coqueluche: deve ser tomada ao menos 3 meses antes de engravidar |
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Hepatite A: pode ser tomada a qualquer momento |
Fonte: Jessé Reis Alves, assessor médico do setor de Vacinação do Fleury
Este material foi elaborado pelo Fleury, tendo caráter meramente informativo. Não deve ser utilizado para realizar autodiagnóstico ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte seu médico