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Eletroencefalograma 

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Publicado em: 10/12/2009   
Autor: Núcleo Educacional Científico

O que é?
É um exame que registra a atividade elétrica do cérebro e que detecta alterações que possam justificar sintomas neurológicos, como, por exemplo, a perda de consciência. As anormalidades são identificadas conforme o traçado das ondas cerebrais no monitor do equipamento e no papel, do mesmo modo que ocorre no eletrocardiograma, o exame que documenta a atividade elétrica do coração.

Para que serve?
O eletroencefalograma, também chamado de EEG, tem na identificação, na classificação e no acompanhamento das epilepsias sua principal finalidade. O exame também serve para avaliar pessoas em coma e para investigar alguns distúrbios do sono, como o sonambulismo. Pode ainda ser útil para prestar esclarecimentos em outras enfermidades neurológicas, a exemplo de tumores cerebrais, demências e doenças degenerativas do sistema nervoso, mas apenas como método auxiliar, já que, para esses casos, há hoje exames de imagem mais esclarecedores. 

Como é feito?
Antes de tudo, há necessidade da colocação de alguns eletrodos, ou seja, de sensores próprios para captar a atividade elétrica cerebral, em pontos determinados do couro cabeludo, os quais são afixados com uma pasta apropriada para essa finalidade. Depois disso, a pessoa permanece todo o tempo do EEG deitada na sala de exame, que procura reproduzir um aconchegante quarto, com temperatura amena, pouca iluminação e silêncio. É nessas condições ambientais que o registro da atividade do cérebro começa, sendo feito com o indivíduo acordado, em estado de sonolência e também durante o sono. Além disso, inclui uma fase de hiperventilação, em que a pessoa precisa respirar fundo, mais rápido que o usual, por alguns minutos, e uma fase de fotoestimulação intermitente, com exposição a uma luz estroboscópica, semelhante às usadas em discotecas. Somando o período de colocação e remoção dos eletrodos, o exame demanda cerca uma hora.


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