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Centrifugação do material 
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Publicado em: 03/11/2008   
Autor: Rendrik Franco, Marinez Farana Matos

Centrifugação única em centrífuga refrigerada - preparo de plasma pobre em plaquetas (PPP)
1. As amostras devem ser centrifugadas, no máximo, 30 minutos após a coleta, de preferência em centrífuga refrigerada (de 2 a 8 °C), exceto para a dosagem de fator VII, situação em que a centrifugação deve ocorrer em temperatura ambiente;
2. Centrifugar os tubos tampados, por 15 minutos, a 2.000 g ou 3.000 rpm (para uma centrífuga com 18 cm de raio);
3. Separar imediatamente os 2/3 superiores do plasma, utilizando uma pipeta plástica (pipeta de vidro não pode ser utilizada) e tomando o cuidado de não atingir a camada que contém as plaquetas. Transferir o plasma para tubo plástico e tampar;
4. Conferir a identificação do(s) tubo(s) contendo plasma;
5. Antes de congelar o plasma, realizar contagem de plaquetas no plasma em um contador automático de plaquetas. O número de plaquetas deve ser menor que 10.000/mm3, caso contrário o plasma é inadequado para análise.

Centrifugação dupla em temperatura ambiente - preparo de plasma pobre em plaquetas (PPP) para os testes de RPCA (resistência à proteína C ativada) e anticoagulante lúpico
1. As amostras devem ser centrifugadas, no máximo, 30 minutos após a coleta, em temperatura ambiente;
2. Primeira centrifugação: centrifugar os tubos tampados, por 15 minutos, a 2.000 g ou 3.000 rpm (para uma centrífuga com 18 cm de raio);
3. Separar imediatamente os 2/3 superiores do plasma, utilizando uma pipeta plástica (pipeta de vidro não pode ser utilizada) e tomando o cuidado de não atingir a camada que contém as plaquetas. Transferir o plasma para um tubo plástico e tampar;
4. Segunda centrifugação: centrifugar os tubos tampados contendo o plasma obtido na 1ª centrifugação por 15 minutos, a 2.000 g ou 3.000 rpm (para uma centrífuga com 18 cm de raio);
5. Separar imediatamente os 2/3 superiores do plasma, utilizando uma pipeta plástica (pipeta de vidro não pode ser utilizada) e tomando o cuidado de não atingir a camada que contém as plaquetas residuais. Transferir o plasma para um tubo plástico e tampar;
6. Conferir a identificação do(s) tubo(s) contendo plasma;
7. Antes de congelar o plasma, realizar contagem de plaquetas no plasma em um contador automático de plaquetas. O número de plaquetas deve ser menor que 5.000/mm3, caso contrário o plasma é inadequado para análise.

 

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