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Necessidade de prevenir o influenza sazonal continua 
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Publicado em: 09/06/2009   

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A vacinação comprovadamente faz cair o número de internações e mortes causadas por complicações da gripe, em especial entre os idosos.

A preocupação com o influenza A/H1N1 não deve arrefecer a necessidade de prevenção contra o já conhecido – e temido – influenza sazonal, cujo impacto pode ser substancialmente diminuído com a vacinação.

Segundo o Ministério da Saúde, a medida reduz mais de 50% das complicações da gripe nos idosos imunizados e 32% das hospitalizações por pneumonias, assim como metade das mortes hospitalares relacionadas a problemas respiratórios. Portanto, embora não produza ação específica contra o vírus A/H1N1, a vacina contra a gripe comum segue sendo altamente recomendada para pessoas com mais de 60 anos, crianças menores de 5 anos, imunossuprimidos e portadores de enfermidades crônicas.

O imunizante é elaborado com fragmentos inativados de três subtipos virais, que são definidos por análises feitas ao longo de todo o ano para identificar os agentes mais prováveis de circular no inverno dos Hemisférios Norte e Sul. Contudo, pode acontecer de os vírus incidentes nos meses mais frios de um determinado ano não serem os mesmos contidos no produto. Existe ainda a possibilidade de o indivíduo se contaminar com o influenza antes da soroconversão, que só ocorre duas semanas após a vacinação. De qualquer modo, o motivo mais comum de as pessoas se queixarem de gripe após terem recebido a vacina é mesmo a aquisição de outras infecções respiratórias que produzem sintomas semelhantes.

Por outro lado, a procedência do imunizante não tem nenhuma relação com sua eficácia. Independentemente do fabricante, a composição de vírus usada pelos diferentes laboratórios a cada ano precisa ser a mesma, de acordo com determinação da Organização Mundial da Saúde. O fato é que, desde que haja autorização do nosso Ministério da Saúde, tanto faz a marca do produto.

 

 

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