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 Fleury inicia exame diagnóstico do vírus A H1N1 por meio de hospitais 

Publicado em: 21/07/2009   

Esclarecimento importante

De acordo com orientações do Ministério da Saúde, o exame laboratorial para diagnóstico do influenza A (H1N1) desenvolvido pelo Fleury somente é indicado para acompanhar casos de doença respiratória aguda grave de pacientes internados nos hospitais que contam com nosso atendimento. Dependendo da avaliação clínica, pessoas com sintomas de gripe que pertençam a grupos considerados de risco, como idosos e crianças, também podem ser submetidas ao exame. O Ministério da Saúde orienta que pessoas com sintomas de gripe procurem um consultório médico ou o posto de saúde mais próximo. Nestes locais, os pacientes são avaliados e, se necessário, encaminhados a um dos 68 hospitais de referência - os que realizam o teste desenvolvido pelo Fleury são: Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Hospital Samaritano, Hospital Santa Catarina e Hospital Sírio-Libanês. Ressaltamos que o teste não está disponível em nossas Unidades. Confira mais informações no site da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

O Fleury passa a disponibilizar para hospitais* que contam com a prestação de seus serviços diagnósticos em suas instalações o exame para detecção do vírus Influenza A H1N1, causador da chamada gripe suína. Esses hospitais integram a rede de referência privada indicada pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e submeterão ao exame apenas os pacientes internados com doença respiratória aguda grave, seguindo as orientações do Ministério da Saúde. O teste não será oferecido nas Unidades de Atendimento do Fleury, uma vez que o atendimento de pessoas com suspeita de contaminação do vírus da gripe A H1N1 deve ser realizado apenas nos hospitais de referência.

"Esses hospitais poderão, de forma criteriosa, avaliar as pessoas que realmente precisam se submeter ao exame, uma vez que esse não é um teste diagnóstico realizado em larga escala”, informa Celso Granato, assessor médico em Infectologia do Fleury.

A metodologia de análise desenvolvida seguiu o protocolo publicado pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC) e os critérios técnicos e de qualidade estabelecidos nas diretrizes do Fleury, sendo validada pelo Instituto Adolfo Lutz, que aprovou formalmente a conformidade do teste diagnóstico, resultado de três meses de pesquisa e desenvolvimento dos profissionais científicos do Fleury. “Empenhamos todos os nossos esforços para desenvolvermos esse método diagnóstico aproveitando nosso grupo de profissionais científicos dedicados à Pesquisa e Desenvolvimento com o objetivo de contribuir com esse desafio de saúde pública que o País enfrenta”, revela Granato.

O desenvolvimento do método diagnóstico pelo Fleury tem o objetivo de contribuir com esse momento de especial atenção com a saúde pública que o País atravessa.  Essa iniciativa inclui a realização dos exames que receberá dos hospitais com custos subsidiados, uma vez que estarão abaixo do seu custo de processamento. Isso permitirá que o preço final nos hospitais seja de R$ 115 por exame.

O desenvolvimento do teste diagnóstico A H1N1

Teste molecular para detecção do vírus A H1N1

O teste molecular para a detecção do vírus Influenza A H1N1 suíno foi desenvolvido pela área de Pesquisa e Desenvolvimento do Fleury a partir da publicação do protocolo pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC), no dia 28 de abril de 2009. Trata-se de teste que utiliza tecnologia de PCR em tempo real para identificação de três regiões do vírus influenza A, sendo duas delas (região da hemaglutinina e do nucleocapsídeo) específicas para o vírus H1N1 de linhagem suína. O teste também detecta a região da matriz do vírus Influenza A, proporcionando, assim,  a diferenciação entre Influenza A sazonal e H1N1 suíno.

O procedimento utilizado pelo Fleury seguiu todas as recomendações do Instituto Adolfo Lutz de São Paulo quanto às normas de biossegurança, realização do procedimento e de interpretação dos resultados. A validação interinstitucional conduzida com amostras fornecidas pelo Instituto Adolfo Lutz revelou 100% de concordância dos nossos resultados com aqueles obtidos pelo instituto, contemplando assim todos os requisitos exigidos no comunicado oficial do dia 08 de julho de 2009. Além disso, a validação analítica foi conduzida conforme os protocolos exigidos pela Clinical and Laboratory Standards Institute (NCCLS) e College of American Pathologists (CAP), seguindo as normas de qualidade da ISO 9000. “Temos regras a cumprir antes de colocar o teste em rotina. Realizamos todas as etapas e, por último, foi feita a validação do nosso exame utilizando amostras sabidamente positivas e negativas para esse vírus. Esse tipo de procedimento é habitual para medir a eficácia do teste”, explica Granato.

PCR  e Gripe A H1N1
O exame consiste na coleta de material de nariz e de orofaringe, realizada com um coletor parecido com um “cotonete”. Em seguida, esse material é processado por PCR em tempo real para a identificação do RNA do vírus, caso ele exista.. ”É um exame simples. O único preparo recomendado apenas é que o paciente não faça refeição volumosa antes da coleta do exame”, acrescenta o infectologista Celso Granato.

A influenza A/H1N1 é uma doença do trato respiratório de porcos, altamente contagiosa, provocada por uma variação do vírus influenza A (gripe comum). Os surtos são mais comuns em porcos, durante o ano todo, mas, historicamente, a infecção humana é resultado do contato próximo com animais infectados.

Os pacientes infectados com a gripe A H1N1 podem apresentar sintomas similares aos da gripe comum, incluindo pelo menos dois dos seguintes: secreção ou congestão nasal; dor de garganta; tosse e febre. Além disso, pessoas com gripe suína podem ter outros sintomas típicos de influenza, incluindo dores pelo corpo, dor de cabeça, calafrios, fadiga e, eventualmente, diarréia e vômito.

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* O exame está disponível apenas em hospitais que contam com a prestação de nossos serviços diagnósticos em suas instalações. Os hospitais são: Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Hospital Samaritano, Hospital Santa Catarina e Hospital Sírio-Libanês.

Como a capacidade de realização de análise dos exames é limitada, esse teste diagnóstico está sendo apenas pelos hospitais que já contam com nosso atendimento, que, por sua vez, selecionarão clientes para o procedimento com base nas recomendações do Ministério da Saúde. A entrada do Grupo Fleury em apoio às entidades públicas permitirá absorver parte da demanda, sobretudo aquela atendida pelos hospitais privados de referência.

 

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