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Áreas

Soluções completas e integradas nas áreas de Medicina Diagnóstica, Prevenção e Terapêutica. Confira aqui nossas áreas de atuação.

Infectologia

O Fleury dispõe de uma ampla área de Infectologia, que está dividida em três grandes grupos de atuação: a Microbiologia, a Virologia e a Imunologia. Juntas, essas equipes oferecem os mais modernos recursos para o diagnóstico e o acompanhamento de doenças causadas por microrganismos diversos, do secular bacilo de Koch ao ainda recente HIV, assim como de doenças autoimunes e imunodeficiências.

A Microbiologia envolve análises de diferentes materiais clínicos em busca de bactérias, micobactérias, fungos e parasitas. Por sua vez, a Virologia compreende inúmeras pesquisas de anticorpos contra vírus por metodologias convencionais e, mais recentemente, por métodos moleculares, como a reação em cadeia da polimerase, ou PCR. Em alguns casos, tanto para pesquisa de vírus quanto de determinadas bactérias, o grupo de Anatomia Patológica entra em ação para definir o diagnóstico. A Imunologia, por fim, abrange os exames relacionados a imunodeficiências, congênitas ou adquiridas – como a Aids –, e a doenças derivadas de um descontrole do sistema imunológico, que também são objeto da Reumatologia. 

Com essa estrutura, o Fleury consegue oferecer uma assessoria altamente especializada em testes virais, imunológicos e microbiológicos, que, acima de tudo, procura enxergar cada caso de modo único, levando em conta o histórico de resultados do cliente e os exames realizados na ocasião. Mesmo com toda a sua experiência prática e acadêmica, os assessores médicos da área sabem que, quando solicitados, invariavelmente estarão diante de casos difíceis – mas não insolúveis.

Afinal, a Infectologia do Fleury tem uma história de contribuições para a Medicina Diagnóstica e para a Saúde Pública. O primeiro exame para diagnosticar a doença de Chagas, por exemplo, nasceu nessa área, no fim dos anos 60. Outro marco ocorreu no início da década de 90, com o desenvolvimento do teste de avidez para IgG, usado para definir o período de ocorrência de infecções como a toxoplasmose, a rubéola e a citomegalovirose – como essas doenças podem ser graves para o feto, a informação fornecida é muito importante na investigação dessas infecções durante o pré-natal. As inovações avançaram pelo terceiro milênio, com a criação de metodologias e soluções para a abordagem clínico-laboratorial dos novos microrganismos que, de tempos em tempos, desafiam a Ciência, como em 2009, quando o mundo foi surpreendido pela pandemia do vírus H1N1. Os hospitais ficaram rapidamente lotados e o serviço público, apesar de todos os esforços, não tinha condições de atender a todos. A equipe de Infectologia e de Biologia Molecular do Grupo Fleury imediatamente se mobilizou e, num tempo recorde de dois meses após a descrição do  genoma viral, colocou em rotina o teste específico para detecção desse agente. Milhares de pessoas puderam se beneficiar desse procedimento e os hospitais trabalharam com maior segurança.

Não era isso que buscava?

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