Detecção de varíola de macacos, PCR em tempo real, Vários Materiais

Outros nomes:

varíola de macacos

monkeypox

Orientações necessárias

- Este exame se aplica ao diagnóstico de varíola dos macacos (Monkeypox). - Pode ser realizado em material colhido de lesões cutâneas ou mucosas, com aspecto de vesículas, úlceras ou crostas. - Não é necessário jejum para este exame. - Não utilizar cremes ou pomadas no local da lesão nas 24 horas que antecedem a coleta. - Obrigatório apresentar pedido médico. - Clientes menores de 18 anos deverão vir acompanhados pelo responsável legal. - Materiais não colhidos no Fleury devem ser enviados em tubo seco com tampa de rosca, estéril, refrigerado, em até 48 horas após a coleta. Não serão aceitas amostras contendo soro ou outro meio de transporte, ou em temperatura ambiente.

Processamento e adequação da amostra

- NÃO MANIPULAR A AMOSTRA. AMOSTRA NÃO PODERÁ SER COMPARTILHADA COM OUTROS SETORES (PODE SER COMPARTILHADA PARA OUTROS EXAMES DA BMO). - Enviar ao setor técnico refrigerado. - NÃO receber amostras contendo salina, ISOLVIR ou qualquer outro meio de transporte. Estabilidade da amostra: Temperatura ambiente: não aceitável Refrigerada (2-8 ºC): 7 dias Congelada (-20 ºC): 30 dias Volume mínimo: - Dois tubos contendo 1 swab cada um.

Método

PCR em tempo real

Valor de referência

Indetectável (Negativo)

Interpretação e comentários

- O vírus da varíola do macaco (Monkeypox) é um vírus de DNA de fita dupla, do gênero Orthopoxvirus, pertencente à família Poxviridae. Os poxvírus são causadores de doenças em humanos e em muitos outros animais. - A transmissão se dá por meio de gotículas de secreções respiratórias, e por contato com o conteúdo das lesões cutâneo-mucosas. Após uma incubação que pode variar de 6 a 21 dias, a apresentação típica da varíola do macaco começa com um curto período prodrômico febril, seguido do desenvolvimento progressivo de uma erupção cutânea clássica com lesões endurecidas e umbilicadas (com depressão central), começando na cabeça ou na face e progredindo para as extremidades e para o tronco. Podem ocorrer lesões vesiculares, bolhososas ou pustulosas. É comum o surgimento de linfadenomegalias regionais. - O surto atualmente em curso em países fora da região africana originalmente endêmica tem se apresentado com lesões menos numerosas, menores, frequentemente concentradas em região genital e com epidemiologia relacionada ao contato sexual. Desse modo, é obrigatória a confirmação laboratorial, devido à necessidade de diagnóstico diferencial com varicela, herpes simples, sífilis primária, cancro mole e outras causas de lesões vesiculares/ulceradas. - Os exames por métodos moleculares em amostras colhidas das lesões são padrão-ouro para o diagnóstico etiológico. O conteúdo de lesões vesico-bolhosas é o material mais rico em vírus, seguido de raspado de lesões nodulares/umbilicadas ou ulceradas e, por último, de lesões crostosas.

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