Uréia, soro

Outros nomes:

Dosagem uréia soro

Dosagem uréia

Dosagem uréia serica

Uréia plasma

URE

Azotemia

Uréia no soro

Processamento e adequação da amostra

- Aguardar 30 minutos; - Centrifugar a 2200 g por 10 minutos a 18ºC; - Não aliquotar; - Enviar à seção, em temperatura ambiente; - Soro, volume ideal: 1,0 mL; volume mínimo: 0,5 mL. Estabilidade da amostra: Temperatura ambiente: 7 dias; Refrigerada (2-8ºC): 15 dias; Congelada (-20ºC): 1 ano.

Método

- Cinético UV.

Valor de referência

10 - 50 mg/dL.

Interpretação e comentários

- O uso clássico deste exame como parâmetro de avaliação da função renal vem sendo substituído pela dosagem de creatinina. A uréia sofre, mais que a creatinina, influência do catabolismo protéico, aumentando com as dietas hiperprotéicas, com o uso de esteróides e com a presença de infecções, traumas e hemorragias digestivas. Sua depuração renal também apresenta, mais que a creatinina, variações com o fluxo urinário, diminuindo nos estados de oligúria. No entanto, o encontro de níveis séricos elevados de uréia ainda levantam, em primeiro lugar, a hipótese de insuficiência renal e, portanto, implicam a necessidade de investigação do cliente nesse sentido. A relação uréia-creatinina no soro pode ser bom indicador do ritmo de catabolismo protéico.

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