Vírus influenza A, Teste molecular para detecção, Vários Materiais

Outros nomes:

Influenza suína, pesquisa para

Gripe suína teste de detecção

Influenza A/H1N1, pesquisa por PCR

Influenza A/H1N1, H3N2,  pesquisa por PCR

Processamento e adequação da amostra

- Acondicionar a amostra de cada paciente em sacos plásticos separados. Ou seja, não colocar amostras de pacientes diferentes no mesmo saco plástico, pois se houver algum vazamento, poderá ocorrer contaminação de uma amostra para outra. - As amostras devem ser enviadas à Seção Técnica Processante Biologia Molecular refrigeradas, preferencialmente em até 24 horas. NÃO SERÃO ACEITAS AMOSTRAS QUE ESTIVEREM VAZADAS. Estabilidade da amostra: Temperatura ambiente: não aceitável Refrigerado: 48 horas

Principais indicações

- O teste serve para o esclarecimento etiológico de quadro gripal, como febre alta, mialgia, tosse e cefaleia, entre outros sinais e sintomas.

Orientações necessárias

Este teste é capaz de detectar todos os subtipos circulantes de influenza A, incluindo o H3N2 predominante nos surtos recentes no Brasil e o H1N1 que predominava anteriormente, sem, no entanto, diferenciá-los no resultado. A discriminação do subtipo de influenza A não tem relevância clínica ou epidemiológica atualmente, visto que não há circulação de cepa considerada como novo subtipo. - Não é necessário preparo para este exame. - Exame realizado somente com agendamento prévio. - Este exame é realizado somente com solicitação médica. - Cliente com idade inferior a 16 anos, necessário estar acompanhado de um responsável adulto no dia do exame. - Para amostras não colhidas no Fleury: - O material deve ser entregue refrigerado, no máximo até 48 horas após a coleta.

Método

- O exame é realizado pela técnica de reação em cadeia da polimerase em tempo real, com amplificação de três segmentos gênicos do agente infeccioso e diferenciação entre vírus suíno e sazonal.

Valor de referência

- Negativo.

Interpretação e comentários

- O vírus influenza A costuma ser detectável desde um dia antes do aparecimento dos sintomas clínicos até, no máximo, uma semana após o início dos sintomas. A média é de cinco dias, sem uso de inibidores de neuraminidase (oseltamivir ou zanamivir), que costumam reduzir esse período em cerca de um a dois dias. A presença do vírus caracteriza etiologicamente a infecção. Este teste é capaz de detectar todos os subtipos circulantes de influenza A, incluindo o H3N2 predominante nos surtos recentes no Brasil e o H1N1 que predominava anteriormente, sem, no entanto, diferenciá-los no resultado. A discriminação do subtipo de influenza A não tem relevância clínica ou epidemiológica atualmente, visto que não há circulação de cepa considerada como novo subtipo.

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