Fleury

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I - Informações sobre o imunoglobulina - O produto Sandoglobulina Privigen® é composto por imunoglobulina humana, predominantemente da classe IgG (pelo menos 98% de sua composição), na seguinte ordem de distribuição: IgG1 67,8%, IgG2 28,7%, IgG3 2,3%, IgG4 1,2%. A quantidade máxima de IgA é de 25µg/mL no produto Sandoglobulina Privigen ®. Imunoglobulinas são anticorpos presentes no soro humano que atuam combatendo e prevenindo infecções. Além disso, imunoglobulinas têm efeito imunomodulador em doenças inflamatórias e autoimunes sistêmicas por diversos mecanismos: inibição da proliferação e ativação de linfócitos B, através de bloqueio de receptores de superfície de linfócitos B; inativação de linfócitos T autorreativos, pela inibição da interação, de forma competitiva, com células apresentadoras de antígenos; inibindo a migração de linfócitos T para sítios inflamatórios; promovendo o reequilíbrio do balanço de citocinas proinflamatórias e anti-inflamatórias; bloqueando receptores Fc na superfície de monócitos e de macrófagos, inibindo a ativação dessas células da imunidade inata; inibindo a ativação da cascata do complemento e provendo anticorpos anti-idiotípicos. II - Indicações do imunoglobulina Terapia de reposição A imunoglobulina intravenosa é indicada para as seguintes síndromes de imunodeficiência primária: agamaglobulinemia e hipogamaglobulinemia congênitas, imunodeficiência comum variável, imunodeficiência combinada grave e síndrome de Wiskott-Aldrich. A imunoglobulina intravenosa também é indicada como terapia de reposição para imunodeficiências secundárias pós imunossupressão, especialmente com rituximabe, quando níveis séricos de IgG são inferiores a 0,5g/L, na presença de infecções. Terapia imunomoduladora A imunoglobulina intravenosa também é indicada para o tratamento de púrpura trombocitopênica idiopática, síndrome de Guillain-Barré, doença de Kawasaki, miopatias inflamatórias idiopáticas, principalmente na dermatomiosite refratária e na polineuropatia desmielinizante inflamatória crônica. Em situações especiais no lúpus eritematoso sistêmico, na esclerose sistêmica e em vasculites sistêmicas, principalmente em pacientes com quadros infecciosos graves, associados à atividade de doença. OUTRAS INDICAÇÕES OFF-LABEL NÃO CONTRA-INDICAM O PROCEDIMENTO.