Casa limpa, planeta limpo | Revista Fleury Ed. 22

O Fleury mediu o impacto das emissões de gases de efeito estufa decorrentes das atividades do Grupo, reforçando o compromisso com a sustentabilidade

O Fleury mediu o impacto das emissões de gases de efeito estufa decorrentes das atividades do Grupo, reforçando o compromisso com a sustentabilidade

Ainda que involuntariamente, cada um de nós coopera diariamente para o aquecimento do planeta. Ao realizar tarefas triviais como acender a luz do quarto ou dirigir um veículo para o trabalho, contribuímos para agravar este problema global. O mesmo se passa com as atividades de uma empresa. Contudo, ambos, indivíduos e companhias, podem fazer algo a respeito.

O Fleury acaba de realizar seu “Inventário de gases causadores do efeito estufa”, um estudo que avaliou as atividades da empresa em 2009 e contabilizou o impacto delas sobre o meio ambiente. Foram lançadas na atmosfera 1.228 toneladas de dióxido de carbono (CO2) equivalente – resultado da multiplicação da quantidade de gases de efeito estufa emitidos pelo seu potencial de aquecimento global. “Trata-se de um valor relativamente pequeno, fruto de práticas sustentáveis já adotadas no dia a dia”, explica Daniel Périgo, gerente de sustentabilidade do Fleury Medicina e Saúde.

Para se chegar ao número exato, foram analisadas as atividades do Fleury que provocam algum tipo de emissão relacionada ao efeito estufa. É o caso do consumo de energia elétrica nas unidades, sistemas de refrigeração (geladeiras e ar-condicionado), uso de veículos terrestres, transporte aéreo de colaboradores, além de insumos e amostras provenientes de diversas regiões do país. A contabilização das emissões dos gases de efeito estufa seguiu a versão brasileira da metodologia GHG Protocol.

O estudo determina não somente a quantidade das emissões como também os tipos de gases com potencial de contribuir para o aquecimento global. sustentabilidade Os principais, no caso do Fleury, foram: CO2, óxido nitroso, metano e hidroclorofluorcarbono. O valor de 1.228 toneladas no ano de 2009 refere-se à soma destas substâncias, convertidas para CO2 equivalente – uma forma de tornar mais compreensíveis e comparáveis os resultados. Neste contexto, as atividades que mais liberaram os gases de efeito estufa foram o consumo de energia, a geração de esgoto e o transporte aéreo.

Com o resultado do estudo em mãos, o Fleury definiu ações para reverter o quadro. O primeiro passo será compensar as emissões geradas no ano de 2009. Para isso, a empresa recorrerá à compra de créditos de carbono junto a projetos que adotaram alternativas para redução de suas emissões. O montante pago pelo Fleury será utilizado por essas instituições para o desenvolvimento e aprimoramento de tecnologias limpas. Trata-se de um círculo virtuoso.

O segundo passo tem os olhos no futuro, priorizando alterações nos processos de trabalho da empresa, para minimizar as emissões futuras. Isso inclui, por exemplo, reduzir o consumo de energia nas unidades do Fleury e o número de viagens de colaboradores pelo país. Mas como fazer isso? “Em vez de um colaborador se deslocar para outra cidade para realizar uma reunião ou treinamento, é possível fazer o mesmo trabalho por meio de uma videoconferência, reduzindo assim as emissões que seriam geradas pelo uso do carro ou avião”, explica Périgo. “Essa filosofia está alinhada à nossa visão de sustentabilidade e à nossa responsabilidade do ponto de vista ambiental.”

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