Década de 1960 | Revista Fleury Ed. 36

90 anos trazendo o melhor da medicina para você

Desde os anos 1920, quando foi fundado, o Fleury acompanha as principais evoluções da medicina para oferecer os melhores serviços:

1967

O primeiro transplante de coração
O médico sul-africano Christiaan Barnard realiza, em 3 de dezembro deste ano, o primeiro transplante cardíaco da história, em um hospital da Cidade do Cabo. A cirurgia só foi possível porque ele se dedicou ao estudo das técnicas desenvolvidas pelo cirurgião Norman Shumway, que havia transplantado um coração de cachorro em 1958. Em janeiro de 1968, Shumway também realizou, nos Estados Unidos, um transplante de coração em humanos.

Ambulâncias voadoras
Durante a Guerra do Vietnã (1959–1975), o transporte aéreo se consolidou como uma alternativa viável para levar soldados feridos rapidamente aos centros cirúrgicos, aumentando, assim, suas chances de sobrevivência – o tempo médio do resgate era de 35 minutos. Entre 1964 e 1972, mais de 1 milhão de civis e militares foram socorridos por helicópteros das equipes médicas norte-americanas.

A lua e os cromossomos
Nos anos 1960, os americanos começaram um ambicioso projeto para sair na frente na corrida espacial e fazer explorações científicas da superfície da Lua: o Programa Apollo, que permitiu ao homem pisar pela primeira vez em solo lunar no dia 20 de julho de 1969. Nessa época, os engenheiros da Nasa criaram um programa de computador para classificar os objetos encontrados lá de acordo com tamanho, forma e aspecto. Depois, esses dados eram armazenados e catalogados para análise.

Duas décadas
depois, esse programa foi adaptado para classificar os cromossomos humanos segundo tamanho, forma, posição do centrômero e aspecto. O Fleury adotou essa tecnologia na década de 1990. Em um sistema computadorizado acoplado a um microscópio, as imagens dos cromossomos são capturadas e depois recortadas e classificadas no computador. Isso abreviou – e muito – o tempo de elaboração do cariótipo, ou seja, as imagens do conjunto de cromossomos usadas para detectar anomalias genéticas. Isso porque antes era preciso fotografar os cromossomos no microscópio, revelar as fotos em papel especial e recortar e colar cada um deles em um diagrama, um processo que levava 45 dias.

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