E se a bolsa se romper e você não perceber?

Teste que acaba de ser liberado pela Anvisa, já disponível no Gestar, do Fleury Medicina e Saúde, ajuda a identificar se a bolsa de fato se rompeu.

Um dos temores da mulher grávida diz respeito ao rompimento da bolsa, fato que acontece com 7% a 10% das gestantes. Adicionalmente, em 30% dos casos, o rompimento da bolsa é a causa principal dos partos de prematuros. “Quando há ruptura da bolsa antes da 34ª semana, a mulher é internada e há um monitoramento das condições de saúde do feto e da mãe, antes de decidir sobre a melhor conduta médica a ser adotada”, explica Mário Burlacchini, obstetra do Fleury Medicina e Saúde, responsável pelo serviço de Medicina Fetal. No caso de a bolsa se romper após a 34ª semana, o médico explica que a conduta é individualizada caso a caso, sendo ponderada a indicação de parto.

A novidade existente no mercado que pode contribuir para o diagnóstico mais preciso a respeito da chamada “bolsa rota” é o teste recentemente liberado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), disponível no Fleury, chamado “AmniSure”. O teste funciona da mesma maneira que os testes de gravidez vendidos em farmácias. Ele identifica a presença ou não de uma proteína do líquido amniótico a partir da análise da secreção vaginal. “É muito simples de ser feito, o resultado é rápido – sai em 10 minutos – e preciso”, garante Burlacchini.

A vantagem para a gestante, ao fazer esse exame no Gestar, é contar com o acolhimento especial do Fleury, em um ambiente ambulatorial especialmente pensado e desenhado para ela.

Muitas vezes, o rompimento da bolsa se dá de forma a não deixar dúvidas, mas em certas ocasiões, a perda de líquido pode ser sutil e deixar a gestante em dúvida. O teste é indicado para todos os casos de suspeita. “E como estamos falando em 10% de todas as gestantes, o número de mulheres que pode se beneficiar desse novo teste é significativo”, afirma o especialista do Fleury.

Causas

As causas desse tipo de problema são difusas, e os médicos nem sempre conseguem identificá-las. “Pode ser causado por infecção urinária ou vaginal, pela presença de contrações ao longo da gravidez, e o tabagismo é um grande fator de risco”, afirma ele, ressaltando que fatores como idade e gravidez gemelar também interferem, mas não são determinantes.

Efeitos

A falta de quantidade suficiente de líquido amniótico pode comprometer a formação dos pulmões do feto, o que pode prejudicar a função respiratória e ocasionar até a morte. Além disso, a falta de mobilidade do feto também pode prejudicar o desenvolvimento saudável dos membros, já que o feto não tem como se movimentar adequadamente na barriga da mãe, acarretando ainda problemas no parto.

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