O cuidado que faz a diferença | Revista Fleury Ed. 37

Ir ao médico, fazer exames, persistir em tratamentos são coisas que já vêm por si sós acompanhadas de dúvidas e incertezas.

Ir ao médico, fazer exames, persistir em tratamentos são coisas que já vêm por si sós acompanhadas de dúvidas e incertezas. Por isso, em qualquer tipo de procedimento, o médico está lá para, além de exercer a sua técnica com excelência, cuidar para que o atendimento seja acolhedor e carinhoso. Conheça alguns médicos do Fleury e seus comentários sobre alguns exames que realizam.

Urodinâmica

O exame avalia o funcionamento da bexiga, em pessoas com incontinência, dificuldades para urinar ou que apresentam muitas infecções seguidas. Dr. José Carlos Truzzi, coordenador da Urologia do Fleury, explica o procedimento: “São três etapas: a primeira é mais simples, a segunda e terceira são um pouco mais invasivas, mas não dolorosas”, garante. Assim como em boa parte dos procedimentos laboratoriais, a ansiedade e o nervosismo podem aumentar o incômodo. É por isso que a conversa inicial no atendimento, tanto para solucionar dúvidas quanto para acalmar o paciente, é fundamental. “Explicamos detalhadamente como é o exame e que, no Fleury, prezamos por esse acolhimento do médico que vai realizá-lo com o cliente”, explica Dr. Truzzi.

Ultrassom transvaginal

Mesmo exames mais rotineiros, como o ultrassom transvaginal, exigem cuidados. Até porque, se há mulheres que realizam regularmente seus exames ginecológicos, há também as que chegam para fazê-los pela primeira vez. “Geralmente, eu pergunto. Imaginamos, quando se trata de uma mulher de 40 anos, que ela já tenha feito antes, mas já houve casos em que era a primeira vez”, diz Dra. Ana Paula Carvalhal, médica da Radiologia do Fleury. O ultrassom transvaginal dura cerca de dez minutos, em média. “O acolhimento é tudo. Por isso, sempre explico o procedimento com detalhes e digo que, se ela sentir dor, deve avisar”, afirma a Dra. Ana Paula.

Dacriocistografia

Esse exame é um estudo das vias lacrimais, feito em pessoas que apresentam infecções oculares ou cujos olhos lacrimejam excessivamente. É um procedimento indolor, mas um pouco incômodo. “O olho fabrica lágrimas o tempo todo, e elas são continuamente drenadas por dois pequenos orifícios das nossas pálpebras. Em alguns casos, elas não escorrem corretamente, e não conseguimos parar de lacrimejar”, explica Dr. Benjamin Carneiro Rodrigues, médico Radiologista do Fleury. “Antes de iniciar o exame, eu me sento com o paciente e explico tranquilamente todo o procedimento, para que ele perceba que não há dor. Hoje mesmo fiz o exame em um menino de 7 anos de idade e correu tudo perfeitamente bem”, conta Dr. Benjamin.

Punção de tiroide

Quando um cliente chega para realizar a punção de tiroide, em geral está com tensões acumuladas pelas suspeitas de diagnóstico. A ideia de perfurar o pescoço pode soar assustadora para muita gente, mas Dr. Alberto Lobo Machado, médico da Ultrassonografia do Fleury, garante que o procedimento é bem semelhante a uma coleta de sangue. “A diferença é que vou posicionar a agulha no interior de um nódulo e extrair células, guiado por um ultrassom. O índice de queixa de dor é baixo, bem semelhante ao de coletas de sangue. E dura muito pouco: são cerca de 10, 20 segundos, apenas”, diz. “Sempre converso com os pacientes antes, deixando claro que é um desconforto tolerável e que a agulha é bem fina. Em geral, até em crianças costuma ser tranquilo”, garante.

Histerossalpingografia

As evoluções técnicas que alteraram este procedimento que estuda o útero e as trompas ajudaram muito a diminuir o incômodo em sua realização. A apreensão das pacientes se dá também por se tratar de um tema delicado, a infertilidade. Dr. Benjamin Carneiro Rodrigues, médico Radiologista do Fleury, conta que, antes de começar o exame, ele tem uma longa conversa com a cliente. “Em um consultório, eu me apresento, explico o exame de ponta a ponta, com todos os detalhes. Em geral, quando a paciente chega à mesa, já deixou boa parte da ansiedade do lado de fora”, conta.

Colonoscopia

Indicado geralmente no Check-up a partir dos 50 anos de idade, este procedimento avalia todo o intestino grosso até o delgado para verificar a existência de lesões, pólipos e inflamações. No momento do exame, o cliente é sedado e, assim, não sente nada ao longo dos cerca de 30 minutos. “Às vezes, a tensão do paciente é grande, não só por conta do exame, mas pela rotina paulistana: a pessoa pega trânsito, chega atrasada, esquece o pedido médico, não toma as medicações corretamente etc. Mas fazemos de tudo para resolver a situação, para que ela não precise voltar para casa”, explica Dra. Beatriz Mônica Sugai, coordenadora médica da Endoscopia e Colonoscopia do Fleury. Depois da colonoscopia, o paciente fica em repouso por um período e os médicos do Fleury sempre o visitam para “dar alta” e deixar seu contato em caso de qualquer dúvida. A empatia é guia. “O segredo de um bom atendimento é você se colocar no lugar do outro, sempre. Assim, consegue entender o que angustia a pessoa e tenta ajudá-la a passar pelo exame com mais conforto”, conclui.

Sialografia

Este exame é realizado por dentro da boca e é indicado a quem tem quadros de dores na boca, pouca saliva ou, às vezes, suspeita de tumores na região. “É bem semelhante à dacriocistografia em seu princípio, mas diz respeito às glândulas salivares”, explica Dr. Benjamin Carneiro Rodrigues, médico Radiologista do Fleury. “Na maioria das vezes, quando acabo o exame, já tenho um diagnóstico, que será transmitido para o paciente por seu médico. Quando necessário, também entro em contato com o médico do paciente para conversar sobre o diagnóstico”, finaliza Dr. Benjamin.

Da esq. para a dir.: Dr. Benjamin Carneiro Rodrigues, médico Radiologista do Fleury; Dr. Alberto Lobo Machado, médico da Ultrassonografia do Fleury; Dra. Ana Paula Carvalhal, médica da Radiologia do Fleury; Dra. Beatriz Mônica Sugai, coordenadora médica da Endoscopia e Colonoscopia do Fleury; Dr. José Carlos Truzzi, coordenador da Urologia do Fleury.

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