Semana Mundial de Conscientização Sobre Alergias

A Organização Mundial de Alergia (World Allergy Organization/WAO) realiza anualmente, juntamente com as diversas sociedades de alergia no mundo, uma semana para a conscientização sobre as doenças alérgicas e suas alterações. A partir de hoje e até o dia 4 de julho traremos informações sobre uma alergia diferente.

Conheça a Asma Brônquica

A asma brônquica, doença caracterizada por inflamação crônica das vias aéreas, apresenta-se clinicamente com sibilos (chiado no peito), dispneia (falta de ar), opressão torácica retroesternal (sensação de aperto no peito) e tosse, que pioram à noite e nas primeiras horas da manhã.

Vários fatores ambientais podem gerar ou agravar a asma, como exposição à poeira e barata, aos ácaros e fungos; variações climáticas; infecções virais (especialmente o vírus sincicial respiratório e rinovírus); poluição ambiental; tabagismo e atividade física acentuada, entre outros. Também podem contribuir como risco para asma, a história familiar de asma ou rinite e a obesidade. 

A prevalência dessa doença entre adolescentes no Brasil, de acordo com estudos internacionais, é de 20%, uma das mais elevadas do mundo. Um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) entre adultos de 18 a 45 anos indicou que 23% dos brasileiros tiveram sintomas de asma no último ano.

O diagnóstico pode ser feito através da história clínica e do exame físico, em conjunto com exames complementares, como a espirometria.

Os testes alérgicos (sangue e/ou teste cutâneo), embora não sejam utilizados como meio diagnóstico da asma, permitem identificar uma condição alérgica que pode causar os sintomas ou mesmo exacerbá-los. Portanto, estão indicados nos indivíduos nos quais os sintomas são desencadeados após exposição aos aeroalérgenos (poeira, ácaros, fungos, pólens) ou são persistentes pela exposição domiciliar (animais domésticos, poeira, baratas) ou o quadro de asma moderada/grave se mantém, a despeito do tratamento convencional.

Quanto ao tratamento, ele é individualizado, incluindo medicações como corticoides inalatórios e, quando indicados, biológicos e imunoterapia (ou vacina para alergia, indicada por alergistas).

Asma Brônquica e COVID-19 (o que sabemos até o momento): 

  • a presença de asma ou qualquer doença alérgica não aumenta a probabilidade da infecção pelo SARS-CoV-2;
  • indivíduos alérgicos, quando infectados pelo novo coronavírus, apresentam sintomas e evolução clínica similares aos não alérgicos infectados pelo SARS-CoV-2;
  • não há evidências de que os tratamentos utilizados na asma piorem o prognóstico da COVID-19, como os corticoides inalatórios. Portanto, OS PACIENTES DEVEM MANTER O TRATAMENTO PREVIAMENTE PRESCRITO E SEGUIR A RECOMENDAÇÃO MÉDICA;
  • as medidas de prevenção para a COVID-19 para os asmáticos são as mesmas indicadas pelas autoridades de saúde, como utilização da máscara e os cuidados de higiene.


Conheça a Rinossinusite

A sinusite é uma inflamação dos seios paranasais (frontal, maxilares, etmoidais e esfenoidal), geralmente resultado de doenças alérgicas (como rinite mal controlada ou não adequadamente tratada) ou de infecções (virais, bacterianas, fúngicas).

Como geralmente a mucosa nasal também é acometida, o termo rinossinusite é preferido à sinusite.

Essa infecção pode ser aguda ou crônica, de acordo com a duração dos sintomas: até quatro semanas e maior de 12 semanas, respectivamente.

A rinossinusite aguda tem como causa frequente a infecção viral, associada ao resfriado comum, cuja duração é de até 10 dias. Quando a rinossinusite aguda é bacteriana, os sintomas tendem a permanecer um período maior que a infecção viral e ambas, por serem doenças autolimitadas, tendem a se resolver mesmo sem tratamento.

Dentre os sintomas característicos da rinossinusite, estão febre, tosse (algumas vezes com catarro), dor e/ou sensação de pressão na cabeça, dor na face (em torno dos olhos, nas maçãs do rosto ou nos dentes superiores), obstrução ou congestão nasal (nariz entupido), secreção nasal/retronasal espessa e purulenta, diminuição ou perda do olfato ou do paladar. Podem ocorrer ainda halitose, dor ou sensação de pressão em ouvidos.

O diagnóstico de rinossinusite é clínico e quando os sintomas são recorrentes ou a infecção não responde ao tratamento, a tomografia computadorizada dos seios paranasais está indicada.

O tratamento da rinossinusite viral é sintomático, enquanto que a bacteriana deve ser tratada com sintomáticos e com antibióticos.

Além disso, beber líquidos (para fluidificar e drenar melhor as secreções) e realizar a higiene nasal.

Rinossinusite e COVID-19 (o que sabemos até o momento):

  • como a rinossinusite pode apresentar diminuição ou perda do olfato ou do paladar e febre, sintomas que também estão presentes na COVID-19, é muito importante procurar um médico, para um diagnóstico preciso, principalmente se houver dificuldade para respirar.


Conheça a Anafilaxia

A anafilaxia é a forma de manifestação mais grave de alergia, sendo definida pela Organização Mundial de Alergia (World Allergy Organization/WAO) como uma reação de hipersensibilidade sistêmica grave, de início súbito e potencialmente fatal, independentemente do seu mecanismo causal. A evolução é usualmente rápida, atingindo pico em 5-30 minutos.

O que define a anafilaxia é o seu caráter sistêmico e generalizado (originando sintomas ou sinais em pelo menos dois órgãos ou sistemas simultaneamente) e o surgimento súbito após a exposição a um determinado agente causal, como alimentos, medicamentos, picada de himenópteros (abelha, vespa), látex, entre outros.

Dentre os sintomas que podem estar presentes, de acordo com os diversos sistemas:

  • Gastrointestinal: dor abdominal, urgência para evacuar, náusea, vômito, diarreia
  • Oral: coceira nos lábios, língua e palato, edema de lábios e língua
  • Respiratório: edema de língua, orofaringe ou laringe; broncoespasmo, aperto no peito, tosse, sibilância; rinite, espirros, congestão nasal e rinorreia
  • Cutânea: urticária, prurido, angioedema
  • Cardiovascular: cansaço, hipotensão, arritmia, choque hipovolêmico, síncope, dor torácica
  • Ocular: edema periorbital, eritema, eritema conjuntival, lacrimejamento
  • Genitourinário: cólica uterina, urgência miccional ou incontinência urinária

É essencial o diagnóstico rápido da anafilaxia para uma pronta atuação, não só no imediato, para tratamento adequado do episódio agudo, mas também na investigação posterior dos fatores etiológicos.

Anafilaxia e COVID-19 (o tratamento não muda, independentemente do indivíduo ter ou não COVID-19):

  • os pacientes devem ser tratados com adrenalina assim que houver sintomas de uma reação alérgica grave;
  • nos casos de anafilaxia grave, deve-se manter a conduta e seguir o plano de ação habitual, procurando serviços de emergência imediatamente após o uso de adrenalina;
  • após o uso da adrenalina, se no domicílio, enquanto aguarda ajuda, o paciente deve comunicar o familiar mais próximo ou algum vizinho, deitar em decúbito dorsal com pernas elevadas próximo à porta de saída não se esquecendo de destrancá-la ou deixá-la aberta para facilitar a entrada de outros que possam ajudar.


Conheça a Rinite Alérgica

A rinite é uma doença inflamatória crônica da mucosa nasal, afetando 10% a 40% da população, com maior prevalência nas crianças e adolescentes.

Caracteriza-se clinicamente por quatro sintomas principais: obstrução nasal (nariz entupido), secreção nasal clara, espirros e prurido (coceira). Estes sintomas acompanham-se muitas vezes de conjuntivite e coceira no palato, faringe e ouvidos.

Ela tem como causa a exposição a determinados estímulos alergênicos, como ácaros, poeira e animais domésticos. Sabe-se que existe uma predisposição genética que influencia a presença desta condição médica.

Algumas doenças estão associadas à rinite alérgica: asma (pessoas com rinite têm um risco quatro vezes maior de sofrerem de asma); rinoconjuntivite; rinossinusite; otite e alterações no sono. Como a interferência nas atividades diárias é intensa, ocorre diminuição da qualidade de vida.

O diagnóstico é clínico, complementado pela investigação alergológica através do sangue (pesquisa da IgE específica) e/ou teste cutâneo.

O tratamento pode incluir anti-histamínicos, anti-inflamatórios e vacinas antialérgicas ou imunoterapia, quando se justifiquem, além dos cuidados gerais, como higiene nasal e evitar a exposição aos fatores desencadeantes, como alérgenos, cigarro, perfumes e produtos com cheiro intenso.

Rinite alérgica e COVID-19 (o que sabemos até o momento):

  • não há dados científicos até o momento que demonstrem um aumento de risco de infecção pelo SARS-CoV-2 ou maior gravidade dos casos infectados entre os pacientes com rinite alérgica;
  • pacientes infectados pelo novo coronavírus e em tratamento para rinite alérgica devem manter o corticosteroide nasal, na dose prescrita pelo médico, pois a piora dos sintomas de rinite, principalmente dos espirros, pode aumentar a disseminação viral;
  • não há recomendação para o uso de corticosteroide nasal para o tratamento de pacientes infectados pelo novo coronavírus que desenvolvam anosmia.


Conheça a Urticária

A urticária se caracteriza pelo surgimento de placas ou vergões na pele, em associação à coceira. Os vergões podem aparecer em qualquer lugar e ter tamanhos variados, com duração menor de 24 horas, sem deixar pigmentação residual. No entanto, novas urticas podem aparecer quando as anteriores desaparecem.

Cerca de 20% da população apresenta um episódio de urticária em algum momento da vida. Pode acometer pessoas de ambos os sexos, em diferentes faixas etárias, do bebê ao idoso.

Em alguns casos, a urticária surge juntamente com o angioedema, um tipo semelhante à urticária, mas cujo inchaço ocorre nos tecidos mais profundos sob a pele. Muitas vezes está mais associado à dor e não à coceira e com resolução mais lenta, em comparação com a urticária.

Existem dois tipos de urticárias, a aguda e a crônica. A aguda, mais frequente, dura no máximo seis semanas e ocorre principalmente nas crianças e adultos jovens. Geralmente relacionadas às infecções, entre outras causas. Nem sempre requer uma investigação diagnóstica.

A urticária crônica por sua vez apresenta dois subtipos: a urticária crônica espontânea, mais frequente e a crônica induzida, cujas lesões são desencadeadas por fatores externos específicos, como frio, que são identificados pela história clínica e testes de provocação.

Um dos desafios de pacientes com urticária é chegar ao diagnóstico correto, pois não existem testes específicos para a urticária. A história clínica caracteriza as circunstâncias do aparecimento das lesões e o exame objetivo avalia o seu aspeto, coloração, distribuição no corpo, tempo de duração e sintomas acompanhantes.

O tratamento envolve inicialmente o uso de anti-histamínicos, podendo ser necessária adaptação de acordo com a resposta a esta medicação.

Por fim, segundo o Departamento de Urticária da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), existem alguns mitos relacionados à urticária, quais sejam: a doença não é contagiosa em nenhuma de suas apresentações; a urticária crônica não é causada por alimentos e ou poeira; a urticária generalizada não é sinônimo de anafilaxia; o angioedema na face não necessariamente evolui para edema de glote; nem toda urticária necessita de corticoide e, por fim, urticária nem sempre é uma alergia.

Urticária e COVID-19 (o que sabemos até o momento):

  • existem relatos de manifestações cutâneas em pacientes diagnosticados ou com suspeita de COVID-19, mas, não se sabe se há associação com a gravidade da doença;
  • determinadas lesões na pele podem representar reações aos tratamentos empregados na COVID-19;
  • entre os profissionais de saúde envolvidos diretamente nos cuidados com os pacientes com COVID-19, tem-se observado lesões cutâneas, como a dermatite de contato irritativa, devido à utilização constante do equipamento de proteção individual.


Conheça a Alergia Alimentar

A alergia alimentar se caracteriza por resposta imune exacerbada a proteínas alimentares. Afeta cerca de 2% a 8% das crianças e menos de 2% dos adultos nos países ocidentais e, assim como as outras doenças alérgicas, sua prevalência parece estar aumentando. Dentre os alimentos mais frequentemente envolvidos estão leite de vaca, ovo de galinha, peixe, trigo, soja, entre outros.

A alergia alimentar pode se apresentar de uma maneira muito heterogênea, desde sintomas de aparecimento imediato, até o quadro tardio. Quando a manifestação clínica surge rapidamente após a ingestão de um alimento, podem ocorrer alterações na pele (urticária e angioedema são os mais frequentes) e no trato gastrintestinal (diarreia, vômitos), associados ou não às vias respiratórias (rinoconjuntivite, asma), inclusive anafilaxia. As manifestações tardias tendem a acometer principalmente o trato gastrintestinal.

O diagnóstico da alergia alimentar é baseado na história clínica e em exames complementares, incluindo os testes cutâneos e a IgE específica, sendo confirmado pela prova de provocação oral com o alimento suspeito, método de referência para o diagnóstico da alergia alimentar. Deve ser sempre realizada em meio hospitalar e por equipes especializadas e experientes nesses procedimentos.

Uma vez confirmado o diagnóstico da alergia alimentar, o tratamento tradicional consiste em evitar totalmente o alimento e no tratamento das reações alérgicas que podem decorrer da ingestão acidental ou inadvertida do alimento implicado. A alergia alimentar na infância é em muitos casos transitória, mas as formas graves e de longa duração são cada vez mais frequentes. Nesses casos, a probabilidade da doença resolver naturalmente é menor.

Importante lembrar do risco de anafilaxia em decorrência da presença de alérgenos alimentares ocultos, assim como a possibilidade da ingestão acidental, apesar de todos os cuidados.

Por último, as manifestações clínicas decorrentes da intolerância alimentar são muitas vezes confundidas com as da alergia alimentar, caracterizada por resposta fisiológica adversa a um alimento que pode decorrer das propriedades intrínsecas do alimento (componente farmacológico, contaminante tóxico) ou das características do hospedeiro (isto é, distúrbios metabólicos e psicológicos). Os efeitos da intolerância alimentar nem sempre podem ser reproduzidos e dependem muitas vezes da dose, como a intolerância à lactose.

Alergia alimentar e COVID-19 (o que sabemos até o momento):

  • Como a alergia alimentar pode cursar com crises de broncoespasmo, vômitos e diarreia, sintomas que também estão presentes na COVID-19, é muito importante procurar um médico, para um diagnóstico preciso.


Conheça a Dermatite Atópica

A dermatite atópica é uma doença inflamatória crônica da pele, aparecendo geralmente no primeiro ano de vida. Na maior parte das vezes, a doença tende a melhorar muito e até a desaparecer com a idade, embora possa permanecer por toda a vida. Além disso, geralmente as pessoas afetadas apresentam história pessoal ou familiar de atopia.

Quanto aos sintomas, são característicos a pele seca, a coceira (com períodos de melhora e de piora) e lesões denominadas de eczema, distribuídas de acordo com a idade: nas crianças menores de dois anos, pode atingir toda a pele, menos a região das fraldas; após essa idade e até a adolescência, ocorre preferencialmente nos braços e pernas, principalmente nas superfícies flexoras. Por último, na idade adulta, as lesões localizam-se nas mãos e pés, nas zonas flexíveis dos braços e pernas e na região do pescoço. A pele nestes locais fica mais grossa, áspera e escurecida.

Uma complicação frequente por conta da intensa coceira é a possibilidade de infecção no local das escoriações causadas pelo ato de coçar.

Importante mencionar que 40% dos pacientes com dermatite atópica moderada a grave podem ter o alimento como agente causal, assim como a prevalência de alergias respiratórias é muito maior entre os pacientes que apresentam ou apresentaram essa doença. 

Alguns fatores podem agravar essa doença, como o suor; excesso de calor e as mudanças bruscas de temperatura; alguns tipos de tecidos (ideal utilizar algodão) e produtos utilizados na lavagem das roupas; ácaros e poeira, entre outros. 

A associação da coceira na pele com o tipo de lesão e sua distribuição conforme a idade determinam o diagnóstico, além dos períodos intercalados de melhora e piora e o comprometimento da qualidade de vida do paciente. Esses fatores também são importantes para a classificação da gravidade da doença, informação importante para individualização do tratamento.

Exames laboratoriais como a IgE específica a alérgenos e os testes cutâneos são importantes na identificação dos agentes desencadeantes e assim, auxiliarem no tratamento, que inclui a prevenção do contato com alérgenos e outros fatores desencadeantes.

O tratamento inclui medicamentos farmacológicos, além dos cuidados com a pele, como banhos rápidos e com água morna, evitando-se o uso excessivo de sabonetes. Muito importante manter uma hidratação adequada da pele, especialmente após o banho, quando deve-se aplicar um hidratante neutro logo após o término, antes que a água que está na pele se evapore.

Dermatite atópica e COVID-19 (o que sabemos até o momento):

  • existem poucos dados na literatura sobre manifestações cutâneas presentes na infecção pela COVID-19. Existem relatos de pacientes com a doença e que apresentam manifestações cutâneas, e também de profissionais da saúde com doenças dermatológicas relacionadas ao uso de equipamentos de proteção durante muitas horas ou o excesso de higienização que é realizado por eles;
  • algumas doenças dermatológicas podem apresentar piora dos sintomas cutâneos em pacientes com a COVID-19, pois muitas delas podem ser desencadeadas por estresse emocional;
  • o tratamento de rotina deve ser mantido, intensificando os cuidados com os fatores de risco e hidratação da pele;
  • muita atenção quanto aos cuidados de higiene, procurando sabonetes hipoalergênicos para a lavagem frequente das mãos e hidratação da pele logo após.

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