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Dismenorreia
| A dismenorréia, também chamada de cólica menstrual, é a dor pélvica que ocorre alguns dias antes ou nos primeiros dias do período da menstruação. Na imensa maioria dos casos, não está relacionada com qualquer doença ou lesão nos órgãos pélvicos, refletindo apenas uma reação natural do organismo motivada por uma substância hormonal, a prostaglandina, que faz o útero se contrair. Em tais circunstâncias, portanto, a cólica é considerada primária e se concentra nos três primeiros anos após o primeiro ciclo, diminuindo com o tempo, por volta dos 20 anos, ou até a primeira gravidez. Nos demais casos, porém, a dismenorréia tem como estopim algum distúrbio ginecológico, sendo classificada como secundária. Estima-se que metade das mulheres em idade fértil já tenha tido cólica menstrual em algum momento da vida. Por haver essa possibilidade de a dor ser patológica, sempre convém procurar um ginecologista, especialmente nos quadros dolorosos incapacitantes, para esclarecer a origem do problema e receber o tratamento adequado, ainda que não haja nenhuma moléstia por trás do sintoma. Hoje em dia, com tantos recursos terapêuticos disponíveis, ninguém mais precisa sofrer de dor até que a natureza se encarregue de cessá-la. |
| A dismenorréia, também chamada de cólica menstrual, é a dor pélvica que ocorre alguns dias antes ou nos primeiros dias do período da menstruação. Na imensa maioria dos casos, não está relacionada com qualquer doença ou lesão nos órgãos pélvicos, refletindo apenas uma reação natural do organismo motivada por uma substância hormonal, a prostaglandina, que faz o útero se contrair. Em tais circunstâncias, portanto, a cólica é considerada primária e se concentra nos três primeiros anos após o primeiro ciclo, diminuindo com o tempo, por volta dos 20 anos, ou até a primeira gravidez. Nos demais casos, porém, a dismenorréia tem como estopim algum distúrbio ginecológico, sendo classificada como secundária. Estima-se que metade das mulheres em idade fértil já tenha tido cólica menstrual em algum momento da vida. Por haver essa possibilidade de a dor ser patológica, sempre convém procurar um ginecologista, especialmente nos quadros dolorosos incapacitantes, para esclarecer a origem do problema e receber o tratamento adequado, ainda que não haja nenhuma moléstia por trás do sintoma. Hoje em dia, com tantos recursos terapêuticos disponíveis, ninguém mais precisa sofrer de dor até que a natureza se encarregue de cessá-la. |
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