Ácido Delta Amino Levulínico, amostra isolada, urina

Outros nomes:

Ácido Delta Amino Levulínico em amostra isolada, urina

Ácido Delta Amino Levulínico, amostra isolada, urina em intoxicação por chumbo

Orientações necessárias

- O cliente deve retirar, no Fleury, os frascos adequados para a coleta do material e a folha de instruções. É obrigatório a apresentação do pedido médico na retirada dos frascos. - Para materiais provenientes de outros laboratórios, a amostra deve ser colhida em frasco sem conservante (coletor universal) e não precisa conter a primeira urina da manhã. - O material pode ser entregue até quatro dias depois da coleta, desde que mantido refrigerado (2-8 ºC) e protegido da luz - recomenda-se envolver o frasco em papel alumínio. - Se possível, e a critério do médico assistente, o cliente deve suspender o uso de medicamentos três dias antes da coleta.

Processamento e adequação da amostra

- Aliquotar 4 mL em 1 tubo ambar, com capacidade para 4 mL. - Enviar à seção, refrigerado. Estabilidade da amostra: Temperatura ambiente: não aceitável; Refrigerada (2-8 ºC): 4 dias; Congelada (-20 ºC): 30 dias.

Método

- Colorimétrico.

Valor de referência

- Até 4,5 mg/g creatinina. - Limite de tolerância biológica: 10 mg/g creatinina.

Interpretação e comentários

- Este exame é útil no diagnóstico de porfirias e como teste indireto de exposição e intoxicação por chumbo. O ácido deltaminolevulínico (ALA) é um metabólito intermediário da síntese do anel porfirínico, que faz parte da hemoglobina, da mioglobina e dos citocromos. O ALA eleva-se durante a fase aguda da porfiria aguda intermitente, da coproporfiria hereditária e da porfiria variegata, podendo ser normal fora dessas crises. Tais doenças apresentam manifestações clínicas bastante semelhantes, caracterizadas por episódios intermitentes de dor abdominal, neuropatia periférica e distúrbios psiquiátricos, muitas vezes precipitados por medicamentos como barbitúricos. É possível ainda encontrar o ALA elevado durante a gestação e na tirosinemia hepatorrenal. - O chumbo inibe a ALA deidratase, enzima necessária para a síntese do heme. Assim, a quantificação do ALA pode ser útil para a monitorização biológica, na detecção precoce de alterações biológicas e no diagnóstico da exposição ao chumbo, sendo também utilizada no acompanhamento terapêutico de tais indivíduos. Na intoxicação aguda por chumbo, são observados níveis de ALA urinário muito elevados, o que se apresenta menos pronunciado na intoxicação crônica. Neste último caso, há também elevação das coproporfirinas, enquanto o porfobilinogênio se mostra normal. Em crianças, a determinação do ALA é mais sensível na avaliação de intoxicação por chumbo do que a determinação da plumbemia. Entre as causas secundárias, o alcoolismo é condição de elevação do ALA.

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