Manual de exames

Instabilidade de Microssatélites para Tumores, Vários Materiais

Outros nomes: MSI tumor, MSI cólon, HNPCC, câncer colorretal hereditário não polipose, síndrome de Lynch

Este exame não precisa ser agendado

Orientações necessárias

Necessário apresentar solicitação médica.
- Cliente com idade inferior a 16 anos, necessário estar acompanhado de um responsável adulto no dia do exame.
- É imprescindível que seja fornecida uma cópia do laudo original da análise do material.
- Fragmentos de tecido devem estar fixados em formalina 10%, preferencialmente tamponada e emblocada em parafina. A fixação deve ser preferencialmente de, no mínimo, seis horas e, no máximo, de 72 horas. A adoção desse cuidado e a coleta de amostras suficientemente volumosas do tumor garantem o sucesso do teste.
- Os blocos de parafina devem ser conservados à temperatura ambiente por, no máximo, 12 meses.
- Caso sejam enviadas somente lâminas para a análise, há necessidade de, pelo menos, seis lâminas (seção de 5 µm de espessura) não coradas. As lâminas precisam ser conservadas à temperatura ambiente por, no máximo, 30 dias.
- Este exame deve ser realizado em amostra de tecido que contenha, no mínimo, 20% de conteúdo tumoral por área.

Para saber sobre estes exames e como realizar, acesse:
https://www.fleurygenomica.com.br/

Processamento e adequação da amostra

- Enviar o material (lâminas, ou blocos de parafina) à Seção de Anatomia Patológica junto com cópia do laudo original (quando o material não tiver sido analisado no Fleury) em temperatura ambiente.

Método

Amplificação por PCR de 5 regiões genômicas que contém microssatélites específicos, seguida da separação de fragmentos por eletroforese capilar. A interpretação dos resultados tem como base a avaliação da retração ou expansão das regiões avaliadas.

Valor de referência

Ausência de instabilidade de microssatélites.

Interpretação e comentários

O teste utiliza o painel comercial de uso mais disseminado mundialmente, para amplificação por PCR pentaplex de regiões que contém microssatélites, seguida da separação por eletroforese capilar de fragmentos.
A presença de instabilidade de microssatélites é uma consequência mensurável de um fenótipo de hipermutação devido à perda ou diminuição da eficiência dos mecanismos celulares de reparo do DNA. Essa habilidade de reparo está diminuída nos tumores com instabilidade de microssatélites e, como consequência, há um acúmulo de mutações nestas regiões.
O tumor é classificado como tendo alta instabilidade (MSI-high, ou MSI-H) se dois ou mais dos cinco marcadores mostrarem instabilidade, e é considerado estável (MS-stable, ou MS-S) se um ou nenhum marcador mostrar instabilidade.
A critério médico, recomenda-se a análise mutacional de genes de reparo do DNA (MLH1, MSH2, MSH6, PMS2) caso a amostra apresente alto grau de instabilidade.

Convênio e cobertura

Consulte nossa página de Convênios para mais informações

Particular e valores

Não tem convênio? Fale com a gente e consulte as condições especiais de pagamento particular.

Faça em casa

Agora, você pode fazer exames de sangue, urina e fezes em casa, no trabalho ou onde preferir. Consulte as regiões de cobertura