pH, fezes

Outros nomes:

ACIDEZ FECAL

DETERMINAÇÃO DO PH NAS FEZES

DISSACÁRIDES, DEFICIÊNCIA DE, PH NAS FEZES

FEZES, DETERMINAÇÃO DO PH

PH FECAL

Orientações necessárias

- O cliente deve retirar, no Fleury, a folha de instruções e o material adequado para a coleta da amostra. - Para criança que usa fralda ou que apresente quadro diarréico, as fezes devem ser colhidas em saquinho coletor de urina, para a evitar a absorção do material pela fralda, podendo ser mantidas e entregues nesse invólucro. - A evacuação não deve ser induzida por laxante ou supositório. - A amostra deve ser colocada no frasco sem conservante logo após a evacuação. - O material não pode ser contaminado com urina nem com água do vaso sanitário. - As fezes têm de ser entregues até uma hora após a coleta, se mantidas à temperatura ambiente, ou em duas horas, se estiverem refrigeradas.

Processamento e adequação da amostra

- Peso mínimo: 2 g - Rejeitar amostra contaminada com urina - ASSIM que o material chegar na Distribuição, determinar o pH. - Abrir o frasco, com o auxílio de uma espátula (abaixador de língua), retirar uma porção de fezes do meio da amostra e passar na fita de pH de 5,5 a 9,0, realizar a leitura. Se houver necessidade de confirmação do resultado utilizar a fita de pH de 0,0 a 6,0 ou fita de pH 5,0 a 10,0 . - O material do meio das fezes é o ideal para medir o pH, pois se encontra livre de eventuais gotas de Urina que possam ter contaminado a amostra. - Anotar o resultado na ficha de exames, digitar e liberar o resultado no sistema. Obs.: para fezes formadas e em cibalas que não houver a possibilidade de medir o pH com fezes puras, diluí-las com água ultrapura estéril. Diluir água ultrapura estéril apenas quando for impossível utilizar a amostra pura. - Nas unidades hospitalares pode ser utilizada água ultrapura, não necessitando ser estéril.

Método

- Método colorimétrico utilizando papel indicador, que sofre alteração de cor em função da quantidade de íons H+ presentes no material.

Valor de referência

. Lactentes em aleitamento materno: 5,0 - 6,0 . Lactentes em aleitamento com leite de vaca: 7,2 - 9,0 . Crianças de 1 a 4 anos: 5,6 - 7,5 . Não lactentes e Adultos: 6,5 - 7,5

Interpretação e comentários

- O pH fecal depende da dieta, da fermentação de açúcares e do teor de gordura nas fezes. A fermentação da quantidade normal de hidratos de carbono e açúcares, que ocorre no cólon, e a produção de ácidos graxos são responsáveis pelo teor levemente ácido das fezes. - O pH aumenta com a decomposição de proteínas e diminui na presença de intolerância e má absorção de hidratos de carbono e gorduras. Um valor menor que 5,3 condiz com diagnóstico de intolerância a hidratos de carbono. Na intolerância aos dissacarídeos, com conseqüente má absorção de açúcares, o pH é ácido, sempre menor que 6,0, e a pesquisa de substâncias redutoras é positiva. Já na diarréia secretória, na colite, no adenoma viloso e durante ou após o uso de antibióticos, o pH se mostra levemente alcalino. Por fim, na ressecção do intestino delgado com diarréia pós-prandial biliosa, o pH é maior que 6,8.

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