Treponema pallidum, Anticorpos totais, soro

Outros nomes:

FTA ABS, HEMAGLUTINACAO, ELISA

LUES, SOROLOGIA

SÍFILIS, SOROLOGIA

TREPONEMA PALIDUM, WASSERMANN

TREPONEMA, ANTICORPOS ANTI

WASSERMANN

Treponema pallidum, Anticorpos totais

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Sífilis, reações sorológicas para

RSL reações sorológicas para LUES

FTABS

Processamento e adequação da amostra

- Aguardar 30 minutos; - Centrifugar a 2.200 g. por dez minutos, a 18 ºC; - Enviar o material à seção em temperatura ambiente; - O volume ideal para análise é de 1 mL de soro e o mínimo, 0,5 mL; - Soros fortemente hemolisados interferem na reação e devem ser rejeitados. Estabilidade da amostra: Temperatura Ambiente: 2 dias Refrigerado: 7 dias Congelado: 2 meses

Método

- Quimioluminescência com micropartículas (CMIA).

Valor de referência

- Não-reagente.

Interpretação e comentários

- Os testes sorológicos para sífilis detectam anticorpos não-treponêmicos e treponêmicos, que podem ser identificados pelo método Elisa ou pela quimioluminescência e igualmente pelo teste VDRL ou Rapid Plasma Reagin (RPR). - Os exames feitos por Elisa ou quimioluminescência são do tipo treponêmico e indicam que o paciente entrou em contato com o T. pallidum no passado ou recentemente. Quando o teste não-treponêmico também é reagente, fica estabelecido o diagnóstico de doença ativa. Excepcionalmente, os treponêmicos podem ser isoladamente positivos e, em tais casos, é possível se tratar de doença em fase muito aguda. Existe ainda a probabilidade de ocorrerem reações falso-positivas em menos de 1% dos indivíduos normais, em portadores de doenças associadas a globulinas anormais ou aumentadas, como o lúpus eritematoso sistêmico, e em dependentes de drogas. Outras causas de falso-positivos incluem a doença de Lyme, a hanseníase, a malária, a mononucleose infecciosa e a leptospirose. Resultados inconclusivos ou indeterminados não podem ser interpretados, uma vez que tanto existe a possibilidade de eles indicarem um nível muito baixo de anticorpos antitreponema quanto de se deverem a fatores inespecíficos. - Em títulos menores que 1/16, os testes realizados pelo método VDRL ou RPR são relativamente inespecíficos. De modo isolado, esse resultado pode caracterizar uma reação falso-positiva, causada por enfermidades auto-imunes, malária, infecções virais e bacterianas e gestação. - Indivíduos com sífilis podem apresentar, por meses e anos, persistência de reações positivas no teste RPR após tratamento específico, com títulos sempre inferiores ou iguais a 1/8, assim como no teste com antígenos treponêmicos por Elisa e quimioluminescência ou, então, somente neste último, o que, contudo, não tem significado clínico, sendo reconhecido como cicatriz sorológica. Esse fenômeno é particularmente comum em soropositivos para o HIV.

Orientações necessárias

- Este exame não necessita de preparo. - O cliente precisa apresentar RG ou outro documento com foto para realizar o teste. - O exame segue as determinações da Portaria nº 3242, de 2011, do Ministério da Saúde. Caso o resultado seja positivo, o Fleury faz a confirmação, no mesmo material coletado, pelo método RPR (antígeno não treponêmico). Diante de RPR negativo, realiza-se um segundo teste com antígeno treponêmico. - O Fleury não realiza testes que pesquisam IgM para o diagnóstico de sífilis, devido à sua baixa sensibilidade. O fluxograma técnico utilizado no laboratório segue estritamente o recomendado, pela portaria ministerial que regula o diagnóstico de sífilis e que tem desencorajado o uso da pesquisa de IgM.

Cobertura de convênios

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