Apesar dos avanços tecnológicos que ocorreram nas últimas décadas, o teste ergométrico continua sendo extremamente útil na avaliação diagnóstica e prognóstica de diversas doenças cardiovasculares...

Apesar dos avanços tecnológicos que ocorreram nas últimas décadas, o teste ergométrico continua sendo extremamente útil na avaliação diagnóstica e prognóstica de diversas doenças cardiovasculares, o que pode ser atribuído a características como sua ampla disponibilidade, fácil execução – em esteira ou em bicicleta – e custo-efetividade, assim como à enorme gama de dados que fornece. O fato é que a análise das respostas clínica, hemodinâmica, eletrocardiográfica e metabólica do paciente ao estresse físico possibilita a detecção de isquemia miocárdica, arritmias cardíacas e outros distúrbios hemodinâmicos esforço-induzidos, além de permitir a avaliação do comportamento da pressão arterial, da capacidade funcional do indivíduo e do resultado de intervenções terapêuticas. As alterações sugestivas de isquemia compreendem anormalidades eletrocardiográficas, como depressão do segmento ST durante e após o exercício, ou manifestações clínicas, tais como aparecimento de angina e cansaço desproporcional durante a fase de trabalho, além de redução da frequência cardíaca ou queda da pressão arterial sistólica ao estresse físico, que sugerem disfunção ventricular esforço-induzida.
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